2014, o ano que ia dar errado

2014

o ano que ia dar errado

Acompanhamos a virada do último ano com incansáveis matérias jornalísticas apresentando gráficos sobre atrasos nas obras, sobre o iminente caos nos aeroportos, os estádios de futebol inacabados e todas as mazelas expostas às lentes de aumento da grande mídia. Pagaríamos um mico sob os olhos do mundo.

NÃO VAI TER COPA!

Para subir ainda mais a temperatura, pairava a sombra das manifestações de junho de 2013. Milhares de pessoas que foram às ruas bradar contra as instituições. Um fenômeno sem comando que oscilava ora interessando a quem contestava a legitimidade nas decisões do governo, ora servindo aos interesses daqueles que queriam o fim das instituições democráticas.
A própria mídia, que identificou a oportunidade de tirar uma casquinha desgastando o governo, se viu atacada pela massa.
A presidenta Dilma viu sua popularidade despencar pelos cartazes feitos à mão, que colocavam todos os três poderes numa vala comum.
Pois nós tivemos a Copa das Copas, um sucesso! Tudo funcionou. Menos para a nossa seleção, mas isso é outra história. E tivemos o fortalecimento da democracia, numa eleição extremamente disputada. Um pleito que conduziu novamente ao poder um governo que faz a opção de olhar para o social, para os trabalhadores, para os que mais precisam.

2014 DEU CERTO E 2015 DARÁ TAMBÉM!

Vamos enfrentar as sandices de uma extrema direita fascista, que finalmente se revela. Vamos enfrentar os oportunistas que tentam criar um terceiro turno para a eleição. Vamos estar firmes na defesa dos trabalhadores. Vamos ser felizes, porque temos um país grande, com muitas cores, sotaques, culturas e força para seguir em frente.

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